O Demônio da Vertigem

Eu havia entrado de penetra numa festa de playboy em uma cobertura da zona sul. Dei muita sorte de encontrar dois convidados-turistas-estrangeiros, na descida da pedra do Arpoador. Queriam saber como chegar na rua Santa Clara, esquina com a Barata Ribeiro. Vi que seguravam 3 convites entre os dedos. Dei as coordenadas e perguntei como-alguém-que-não -quer-nada o porque do terceiro convite? Disseram que era para um companheiro que já voltara para o hotel no Flamengo. Muita birita depois do almoço. Perguntei maliciosamente se eu era parecido com seu amigo. Disseram que não, mas isso pouco importava. Ninguém conhecia nenhum deles de fato. Rumamos alegres e mal intencionados para a farra.

E eis-me aqui. Disfarçado de turista acidental. É certo que nem preciso me esforçar muito, nesse teatro todos – protagonistas e figurantes – já estão bêbados e/ou chapados. Drinks grátis, aliás, foram meus principais chamarizes para esse festa dessa burguesada chata. Ok, os canapés também são uma boa pedida.

Luzes psicodélicas ricocheteiam pela sala maior. Alguns corpos se movimentam tentando timidamente acompanhar o ritmo alucinante dos som. Eu me esquivo dessa muvuca. Ainda não fiquei bêbado o bastante pra isso. Vou em direção às luzes mais sólidas da cidade, visíveis pelas frestas da cortina da sacada. A vista se estende para todos os lados. É a mais impressionante vista natural, alterada aqui e ali pela mãozinha do homem. Vista natural disse eu, mas que não sai grátis. O capitalismo sabe muito bem extrair grana de todos deslumbrados voyers da beleza carioca. Niemeyer estava certo ao lembrar a frase de Sartre, talvez o mundo fosse melhor sem o homem. Verdade ainda mais inquietante em se tratando da cidade maravilhosa… meu devaneio filosófico é interrompido por um perfume intenso. Aquático? Uma lufada forte de ar me atravessa dos pés aos meus cabelos revoltos.

Alguém passou por mim em silêncio e abriu alguma porta para a sacada. Bebo mais um gole do meu Bloddy Mary e procuro curioso pela pessoa do outro lado do vidro. Um vestido de um branco que absorve cores ao redor cobre o corpo de uma mulher esbelta e ágil como um felino. Ela tira os saltos. Segura-os com uma mão e enquanto tem na outra uma taça de champagne. O vento castiga o vestido contra o corpo dela. Silhueta desenhada pelo sopro da noite. Observo em surdina essa beleza inesperada. Solidão graciosa de uma menina leopardo. Cansada da farra? Enjoada das cantadas previsíveis dos pit-boys? O olhar se perde no horizonte. O vento insiste em castigar seu vestido. Levanta-o sem cerimonia. Uau! Vejo bem mais do que imaginaria. Seu bumbum fica exposto por longos segundos. Ela não usa calcinha alguma. Bunda volumosa, morena. Sou tomado por arrepio na espinha. Ela continua com o olhar pensativo, perdido no horizonte. Não se importa que o vento a desnude.

Tomado de um ímpeto sem igual, me dirijo para a porta da sacada. No caminho encontro um garçom e troco meu copo vazio por dois outros drinks. Nem penso na abordagem. Simplesmente chego ao lado dela e lhe ofereço um dos copos de bebida.

Ela aceita dizendo que numa noite assim, nunca é demaisVocê não devia estar aqui. Diz também me deixando entre confuso e contrariado. Sorri. Tudo bem, eu sou forasteira na cidade. Seremos cúmplices essa noite. Me dirige uma piscadela que me revigora o ânimo e abranda meu cenho. Nem vou perguntar como, sendo você tão estranha quanto eu, descobriu que não sou um dos convidados. Vim aqui ver a paisagem como você. Qual delas? pergunta e sorri para a noite. O vento volta e nos fustigar sem dó, nem pena. Me volto para a porta e a fecho. Noto a chave do lado de fora. (Sorte de Gastão!) A tranco. Com essa cortina enviesada, para sermos vistos aqui, alguém tem de colar o nariz no vidro…

Volto para o lado dela. A taça vazia que ela largara no parapeito é empurrada pelo vento e cai dez andares. Quase não ouvimos seu estilhaçar. Ops! Estamos dilapidando o patrimônio alheio sussurra ela no meu ouvido. Acho que eles podem dar conta. Pedir mais algumas taças de cristal da fábrica deles em algum lugar da Ásia. O vento nunca nos deixa inteiramente sós. Nos açoita e, para minha felicidade, levanta o vestido novamente. Ela faz de conta que nada acontece. Sua bunda desnudada ao meu lado. Tomado de um desejo sem palavras, deixo uma de minhas mãos cair para trás e tocar sem aviso prévio uma das polpas da bunda daquela mulher ainda sem nome. Foi um ato impensado. Achei que ela ia estremecer ou fugir, mas permaneceu incólume. Tomou outro gole do seu drink e me perguntou se já vira a lua hoje. Disse que não, mas ela devia aparecer logo para nós. Aproveito a deixa e passeio minha mão por todo aquele traseiro exposto.

Ato continuo, meu sexo reage. Aperto sua carne como se fosse um gomo de laranja. Querendo assim extrair todo sumo que pudesse. Ela solta um leve suspiro. Já apalpei toda polpa, ora de provar mais fundo. Meus dedos penetram o meio de seu rabo em busca de mais prazer. Roço seu ânus. Ela se contrai de leve. Sem permissão explícita alguma acaricio seu cuzinho contraído girando a ponta do indicador em torno dele. Ela aponta o dedo para o céu e mostra onde a lua resolveu surgir para dois inebriados na sacada de um prédio da zona sul. Olha a lua, toda vermelha no horizonte. Murmuro que ela é linda enrubescida. A ponta de meu dedo penetra seu rabinho. Pela primeira vez ela reage aos meu gestos. Diz que gostoso e e me beija. Enquanto nossas línguas se entrelaçam, meu dedo penetra mais fundo no seu cuzinho quente. Delicia de sacanagem. Continuamos nessas práticas exploratórias até o vento mudar de direção.

Já com o lábio mordido por seus dentes, me agacho para explorar sua bunda com minha boca sequiosa do gosto dela. Lambo suas nádegas com volúpia. Depois abro seu bumbum para me deleitar com a visão de seu cuzinho se oferecendo para mim. Sem hesitar, esfrego a ponta de minha língua nele. Ele se contrai e relaxa enquanto tento penetrar. A mão dela está muito ativa em seu sexo. Esfrega seu grelo com uma intensidade deliciosa. Brinco de comer seu cuzinho com a língua até ela se abrir mais a minha boca. Aproveito a deixa e desço minha língua pelos seus lábios inchados de tesão. Molhados, com um gosto forte que saboreio. Exploro toda sua boceta morena. Até chegar a seu clitóris. Ela é muito greluda. Que tesão! Me devora sussurra ela. Devoro com todo prazer.

Mudamos de posição. Ela se debruça sobre uma cadeira de sol. Toda de quatro, se oferecendo para minha língua abusada. Delicia de visão. Delícia de mulher. Delicia de sabor. Me lambe seu cachorro. Brinco com seu grelo até ela começar a gemer forte. Então paro para recuperar meu fôlego e um pouco da lucidez. A música da festa, Estrelas Vigiadas de Fawcett, deve abafar nossos gemidos pensei comigo. Por um breve instante, tive a impressão ver um vulto de uma mulher ruiva, a nos espiar pela fresta da cortina enviesada. Voltei à ação. Agora novamente brincando com os dedos nela. Aproveito para penetrar sua boceta melada. Fodo ela toda com meu indicador. Em seguida a penetro pelo cu também. Ventos uivantes sopram todos os amantes na noite de Copacabana… Muitas páginas de sacanagem xerocadas. Ela parece adorar essa putaria toda. Ai que gostosa essa brincadeira. Tô toda preenchida… Ergue mais a bunda para que eu faça o que quiser com seus orifícios. Meu pau, salta para fora da cueca de tão duro que fica. Hoje ele quer fazer a festa. Essa deusa bunduda pede pra ser comida com força.

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Seu safado. Você sabe lamber gostoso. Tô louca pra chupar seu pau grosso. Proposta irrecusável! Me ergo, deslizo meu zíper e tiro para fora o sexo latejando, cabeça vermelha explodindo de tesão. Ela se ajoelha na minha frente e engole ele com a pressa de uma sedenta diante da bica dágua. Ahhhhh… que loucura! Assim menina… sua gulosa. Tarada por pica. Chupa tudo, engole todo ele. Fizemos amor entre estrelas vigiadas. Está com ele inteiro dentro da boca. Não contente eu pego seus cabelos e forço a cabeça dela contra minha virilha. Ela parece que vai engasgar. Vejo em seus olhos semicerrados que ela se delicia com esse excesso. É gulosa essa cadelinha. Adora se engasgar assim. Movo sua cabeça em um vai e vem para foder a boca dela com meu pau duro como pedra pelo tesão sem fim que acomete nós dois.

Depois de me chupar ela olha pra mim e diz que agora meu pau está bem lubrificado. Tá pronto pra meter nela sem dó. Mete tudo no meu cuzinho. Que loucura! Se levanta e tira toda roupa. Brinco com seus seios antes de ela se debruçar sobre a cadeira novamente, dessa vez abrindo a bunda com mãos. Me oferecendo seu rabo gostoso. Meu cuzinho é todo seu. Come ele gostoso. Vou ao delírio dos delírios. Alço alturas inimagináveis de prazer ao ver seu corpo voluptuoso se oferecendo de um jeito sem vergonha, sem pudor, sem receio. Aquele bumbum grande, todo redondinho, todo saboroso sendo oferecido para ser penetrado me deixou num furor agressivo. Mete, vai. Come meu cuzinho, seu safado. Sem mais demora a penetro pelo rabo. Meu pau entra todo em seu orifício apertado. Penetro fundo e fico sem fazer movimento algum por um longo instante. Saboreando ela por dentro. Depois começo, com um furor crescente, a foder sua bunda, sem dó nem pena.

Ela não tira a mão de seu grelo enquanto finco estocadas magistrais no seu rabo quente. Sinto meu membro esquentar naquela fricção gostosa. Puxo os seus cabelos e enrabo essa deusa rabuda que encontrei perdida na noite de Copa. Há uma ruiva a nos espiar, agora tenho certeza. Está nos fitando sorrateira pela fresta da cortina. Ai, que pica enorme e dura, que gostoso ser fodida assim… meu rabinho tá ardido. Ao ouvir essas confissões, como ela com mais força ainda. A cada palavra obscena dela, meu pau fica mais rijo. Meu tesão mais insano. O suor toma conta de nossos corpos na medida em que os minutos fluem ao sabor daquela foda furiosa. E ela fica ainda mais tesuda banhada em suor, com as curvas acentuadas pela pele lustrosa. De repente, ela arqueia as costas e estremece de prazer. Ai, não para…. Não para, não… Fode minha bunda, fode, cachorro! Fodee! Aí, que dorzinha gostosa sentir essa pica no meu cuzinho. Ai… aii… ai…

Abro bem a bunda dela pra enfiar todo meu sexo em seu orifício traseiro. Fodo ela tanto que me fôlego beira o limite. Bate na minha bunda, vai! Com prazer, faço o que ela quer. Paaaaaaaá!!! Deixo minha mão impressa em vermelho em uma das polpas de seu rabo. Ela olha pra mim e sorri enquanto meto gostoso. E que bundão ela tem. Que mulher mais sacana. Safado, adoro, a-do-roooo! Ela goza primeiro. Solta um longo gemido. Seu rabinho se comprime várias vezes estrangulando meu pau. Enche meu cuzinho de leite, enche, gostoso… Depois de ela relaxar um pouco, eu prossigo na ação irrefreada, com a explosão de um cavalo. Gozo intensamente, enchendo o rabo da mulher-ainda-sem-nome de porra. Ai, se todas festas fossem assim…

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