Da varanda, nos fundos de minha casa, no alto do outeiro, eu tinha uma impressionante visão do bairro em que morava. Mas o melhor de tudo era a vista privilegiada da janela da sala e da janela do quarto de amplos vidros de minha vizinha. Ela se chamava Diana e era uma mulher cuja beleza hipnotizava muitos e muitos. Alta, loira, com um ar estilo poderosamente dona-de-si, fisioterapeuta de corpo sarado, de curvas naturais delineadas pelo cuidado e o esmero constante. Ah, e que curvas… Toda manhã eu a via pronta para sair, toda arrumada, super atraente enquanto tomava café.
Até que certa noite de sorte estava na janela e a vi chegando em casa, cansada do trabalho. Segurava uma xícara, camisa desabotoada, não usava sutiã. Ficou parada em frente à janela da sala. De onde estava, um pouco mais alto que sua casa, consegui perceber o volume dos seios quase desnudos. Ela bebeu calmamente seu chá e depositou a xícara na mesinha do centro da sala. Subitamente, descalçou os sapatos e tirou a camisa, ficando só com um jeans muito justo. Me maravilhei com o que vi, cintura delineada, costas arqueadas e seios volumosos, belíssimos com seus mamilos rosados. Senti meu desejo crescer instantaneamente. Ela foi até o quarto, pegou seu pad e deitou-se de bruços no chão, apoiando o busto em uma grande almofada… Ficou ali, esbelta, vendo posts em redes sociais (imagino). Não conseguia tirar os olhos dela, apreciei demoradamente suas curvas, os seios desnudos, libertos… depois de minutos, ela resolveu tirar seu jeans ultrajusto. Me deliciei em ver aquela mulher voluptuosa – de coxas grossas, quadril largos, bunda avantajada – se contorcendo toda para tirar aquela calça justa. Ficou então só de calcinha pelo quarto e a sala. Calcinha preta, minúscula, que sumia no meio de seu bumbum musculoso. Andou de um jeito felino pela casa e sumiu, ao entrar no banheiro. Me deixando em êxtase e em suspense.

Mas o melhor estava por vir. Era um domingo de sol e eu estava arrumando meu sótão, que tem uma abertura com janela. A vista dá para o quintal verdejante da minha vizinha Diana, a deliciosa fisioterapeuta. Há árvores, samambaias, gardênias. Um passeio de tijolos à vista, um gramado bem cuidado. Estou contemplando aquele verde tranquilo quando súbito vejo a minha vizinha chegar com uma toalha na mão. Óculos escuros, cabelos presos, havaianas brancas e uma camisa também branca compõem seu visual.
Ela ajeita a toalha no gramado. Tira os chinelos, ajoelhada coloca um tubo que parece ser um filtro solar e seu celular ao lado direito da toalha. Está de costas para mim. Então ela tira a camiseta. Meu deus! Está totalmente nua. Vai se banhar ao sol sem roupa. Meu queixo cai de surpresa e de fascínio. Vejo suas costas arqueadas enquanto ela ajeita os cabelos. Vejo sua bunda volumosa, malhada da academia totalmente despida, deliciosamente bronzeada. Meu tesão cresce imediatamente. Sou hipnotizado por tamanha sensualidade. Extasiado pela visão dessa mulher voluptuosa, carnuda e toda delineada. Ela deita-se de bruços ao sol. De onde estou, a vejo dos pés à cabeça, inteira, nua! Coxas grossas, bumbum quase deixando eu ver sua intimidade, costas bronzeadas. Que loucura! Que privilégio! Puxo uma cadeira e fico ali com coração pulsando forte nas têmporas, meu sexo rijo, meus olhos fixos nela, enfeitiçados. Ela ficou assim por uns vinte minutos, talvez meia hora. Eu não arredei o pé da janela. Não cansava de ver, queria mais.
Então ao que parece o seu celular tocou, pois ela o pegou e começou a falar. Ergueu um pouco o tronco e se apoio com os cotovelos. A ligação parecia importante, séria. Passou o celular para o outro ouvido. A posição era desconfortável, dá sinal que vai levantar. Meu coração bate mais rápido com a ideia. Dito e feito, ela começa a levantar e por, breves segundos, deixa eu ver tudinho. Tenho um estremecimento de prazer. Fica em pé. Passa a caminhar pela calçada de tijolos. A vejo meio de frente pela primeira vez. A cintura sarada. Os seios generosos de mamilos rosados. Ela caminha lenta e distraidamente pelo gramado entre uma árvore e outra em seu quintal enquanto fala ao celular. Eu não tinha como não ficar hipnotizado pela beleza de sua nudez exuberante. Cada movimento revelando um novo ângulo do seu corpo voluptuoso enquanto ela mantém uma conversa super concentrada. Ah, sua bunda firme, avantajada, muito malhada na academia. Fica de frente. O sol banhando seu corpo nu. A pele bronzeada. Sua virilha depilada visível pela primeira vez para mim. Entrevejo os lábios rosados de seu sexo, meu tesão chega aos píncaros.
Continua passeando pelo seu jardim. Eu absolutamente fissurado pelas suas curvas, suas sinuosidades em movimento, em cada novo ângulo suas coxas, sua cintura, sua virilha, sua bunda, seus seios ficam mais e mais provocantes. O corpão de uma mulher poderosa. Não lembro de ter ficado assim antes ao ver uma mulher toda nua. É absurdamente gostosa essa minha vizinha. A conversa no telefone se encerra. Ela larga o celular na toalha. Solta o cabelo para o prender melhor novamente. É uma visão maravilhosa vê-la vestida somente de óculos escuros com os braços na altura da nuca. O corpo violão desenhado ao sol. Os seios balançando enquanto ela prende o cabelo. A pele toda bronzeada, com exceção dos resquícios de marca de biquíni nos seios e no sexo depilado dela.
Ela vai então em direção ao muro e pega uma mangueira. Liga na torneira. Vai regar o jardim toda nua! Que sonho. Que fetiche. Ela passa então a molhar languidamente suas plantas. Anda distraída pelo jardim, toda à vontade, uma deusa grega no esplendor de sua beleza, rebolando deliciosamente entre as plantas. Esse trabalho erótico demora uns 15 minutos ao menos. No final, ela está toda suada, pele reluzente enfatizando suas curvas. Usa a mangueira para se refrescar, molha todo o corpo do pescoço para baixo. Subitamente, ela se agacha, pernas abertas, deixando bem visível seus lábios vaginais. Ela então direciona o jato de água da mangueira para sua vulva. É como se quisesse se refrescar lá, ou apagar um fogo que tomou conta de sua boceta. Ela abre os lábios e aproxima ainda mais a fonte do jato d’água. Morde os lábios da boca e solta um gemido. Que cena deliciosamente obscena. De onde estou, vejo o rosado de sua vulva toda exposta. Meu sexo já não suporta a prisão da cueca.
Ela desliga a torneira, recolhe a mangueira e volta para sua toalha. Seca-se, senta e começa a passar seu filtro solar. Passa nas pernas, nas coxas, braços quadril, cintura, seios… maravilha ver isso em tempo real. Deita-se. Sua vulva visível do ângulo que estou. Lembra de passar um pouco de filtro nos seus lábios vaginais. Passa lentamente, mas uma vontade maior supera essa precaução contra o sol. Ela começa a esfregar com cada vez mais intensidade sua vulva inchada pelo tesão. Abre as pernas para meu contentamento. Procura seu grelo e começa esfrega-lo intensamente. Se abrindo mais toda vez que seu prazer fica maior. Vejo sua boceta exposta, aberta, convidativa. Queria provar o gosto dela, o cheiro dela. Morro de tesão. Sinto minha glande liberar um pouco de esperma só de ver essa cena. Ela se contorce toda. Arqueia as costas. Aperta um dos seios com a outra mão. Seus mamilos estão muito eriçados, seus lábios tem a expressão de uma mulher em êxtase. Então ela goza e se abre toda, como se desejasse ardentemente ser possuída naquele instante por uma pica grossa. Que loucura este domingo. Quando tudo termina e ela volta para dentro de casa, eu gozo e perco os sentidos, tamanho foi o tesão que senti… ai, essa minha vizinha fisioterapeuta.
