Depois de correr na orla da praia voltei para casa e fui direto tomar um banho no quintal para tirar toda a areia. Liguei a ducha e entrei nela só de sunga. Peguei um sabão na mureta e passei nos meus braços, peito e axilas. Comecei a esfregar minhas pernas e coxas quando notei que minha sunga estava cheia de areia, pois eu havia dado um mergulho antes de começar a corrida. Resolvi despir a sunga para tirar toda areia dela e de meu corpo. Fiz isso em um gesto rápido e voltei a me ensaboar. Enquanto tirava o excesso de sabão da minha virilha notei um vulto na janela mais próxima da vizinhança. Pela mecha de cabelos que consegui ver, percebi que era a minha vizinha, uma morena bela e voluptuosa que sempre cumprimento na rua. Fiz de conta que não a vi e continuei me banhando, sentindo a água fria percorrer meus músculos cansados do cooper. E, ato continuo, senti que meu sexo começou entumecer com a ideia maliciosa de estar sendo espionado por aquela morena tão tesuda. Nesse ângulo, estava de costas para ela. Pensei: Se me virar agora, ela verá que estou excitado. Um sorriso safado marcou meus lábios.
Meu sexo está rijo, glande rosada para vermelha. Respiro fundo e me viro. Não olho para ela ainda. Fecho os olhos lavo meus cabelos. Depois de um tempinho, fito a janela. Ela está lá. Debruçada na janela na pose de uma namoradeira, sem se esconder mais. Quando nossos olhares se encontram ela desvia e fita o horizonte. Usa uma camisola azul, com um decote generoso. De onde estou, percebo a respiração dela, os seios arfantes. Depois ela sai da janela. Fecha a cortina e some de vista. Continuo debaixo da ducha. Por efeito desse encontro de olhares, sinto uma vontade ardente de acariciar minha pica, que pulsa forte sob a água. E assim eu faço. Quanto mais eu a acaricio, mais ela fica rija. A cabeça rosada fica mais avermelhada pela pressão da água que cai. Fico imaginando a vizinha abocanhando ela. Será que ela deseja tanto assim? Enquanto a imagino nua, olho para a janela rapidamente. Não é que ela está lá, a danadinha. Espiando por trás das cortinas. Excitado com a ideia de ser observado assim, toco-me com intensidade. Premeditando gozar sendo espionado por essa mulher safada. Para ela ver meu gozo jorrar e se misturar à água da ducha, lambuzar a minha glande rosada, enquanto eu imagino seus seios eriçados de tesão.

Ela sumiu da janela. E subitamente surgiu no portão de casa. De camisola azul. Sem calcinha. Ela começou me beijando, então desceu pelo corpo… Até meu sexo rijo, intumescido… Fitou-me nos olhos enquanto beijava a glande rosada. Olhar de manhosa. Passou a língua bem devagarinho. Disse: Desci aqui porque fiquei curiosa, queria sentir o gosto… Depois de dizer isso, lambeu meu sexo por inteiro, como se fosse um picolé de morango e, enfim, abocanhou. Sugou com muita, mas muita gula. Uma morena gulosa, essa minha vizinha. Então, deu um tempinho pra poder respirar. E disse sem fôlego e com a voz rouca: Aí, não resisto a uma pica grossa, enorme assim. Me dá muita vontade… E a devorou toda novamente… até fazer jorrar leite nos lábios e na língua maliciosa dela. Jorro forte, quente, salgado.